segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vegetação do Brasil


A Vegetação do Brasil envolve o conjunto de formações vegetais distribuídas por todo o território brasileiro.
O Brasil possui diferentes tipos de vegetação. Os principais são: a Floresta Amazônica no norte, a Mata dos Cocais no meio-norte, a Mata Atlântica desde o nordeste até o sul, a Mata das Araucárias no sul, a Caatinga no nordeste, o Cerrado no centro, o Complexo do Pantanal no sudoeste, os campos no extremo sul com manchas esparsas em alguns estados do país e a vegetação litorânea desde o Amapá até Rio Grande do Sul.
Em regiões de baixa latitude encontram-se as florestas equatoriais. Entre elas, a floresta amazônica, que está localizada no Brasil; há ainda outras florestas pertencentes a este tipo de região; contudo, estão situadas na parte centro-ocidental da África e também no sudeste Asiático. Este tipo de vegetação desenvolve-se em lugares quentes e úmidos e possui uma grande variedade de espécies. Suas principais características são as folhas grandes e com um tom de verde bem definido. Um outro detalhe importante, é que elas se alimentam de si mesmas, por isso, são chamadas de autofágicas.
Fonte:
http://www.suapesquisa.com/geografia/vegetacao/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vegeta%C3%A7%C3%A3o_do_Brasil

Clima do Brasil



Para classificar um clima, devemos considerar a temperatura, a umidade, as massas de ar, a pressão atmosférica, correntes marítimas e ventos, entre muitas outras características. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se a criada pelo estudioso Arthur Strahler, que se baseia na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar.





Clima subtropical: presente na região sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por verões quentes e úmidos e invernos frios e secos. Chove muito nos meses de novembro à março. O índice pluviométrico anual é de, aproximadamente, 2000 mm. As temperaturas médias ficam em torno de 20º C. Recebe influência, principalmente no inverno, das massas de ar frias vindas da Antártida.
Clima Semi-árido: presente, principalmente, no sertão nordestino, caracteriza-se pela baixa umidade e pouquíssima quantidade de chuvas. As temperaturas são altas durante quase todo o ano.
Clima Equatorial: encontra-se na região da Amazônia. As temperaturas são elevadas durante quase todo o ano. Chuvas em grande quantidade, com índice pluviométrico acima de 2500 mm anuais.
Clima Tropical: temperaturas elevadas (média anual por volta de 20°C), presença de umidade e índice de chuvas de médio a elevado.
Clima Tropical de altitude: ocorre principalmente nas regiões serranas do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Serra da Mantiqueira. As temperatura médias variam de 15 a 21º C. As chuvas de verão são intensas e no inverno sofre a influência das massas de ar frias vindas pela Oceano Atlântico. Pode apresentar geadas no inverno.
Clima Tropical Atlântico (tropical úmido): presente, principalmente, nas regiões litorâneas do Sudeste, apresenta grande influência da umidade vinda do Oceano Atlântico. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40°C) e amenas no inverno (média de 20º C). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nestas áreas.


Fonte:


http://www.suapesquisa.com/clima/
http://braziltopinfo.com/information/climasdobrasil/images/clima-brasil.gif

Domínio morfoclimático araucárias.


É o domínio que ocupa o planalto da Bacia do Rio Paraná, onde o clima subtropical está associado ás médias altitudes, entre 800 e 1300 metro, Nesse domínio aparecem áreas com manchas de terra roxa, como no Parná.

A floresta de araucária também pe conhecida como Mata dos Pinhais; é homogênea, aciculifoliada e tem grande aproveitamento de madeira e erva-mate. A intenssa ocupação agrária (café, soja) desse domínio é a responsável pela devastação dessa floresta.


MATA DE ARAUCÁRIAS OU PINHAIS


Nessa forma de vegetação predomina a araucária angustifólia, espécie que é adptável ao clima subtropical ou temperado. Araucária angustifólia (Bert.) Kuntze é uma árvore ariginaria do Brasil. O segundo nome da espécie, ''angustifília'', do latim, lembra angústia ou dor, pelas suas folhas pontiagudas que machucam como uma agulha.

Originalmente, localizava-se das terras altas de São Paulo até o Rio Grande do Sul, sendo o único exemplo brasileiro de conífera.
Fonte:

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Domínio morfoclimático mares de morros.


• Localização: Acompanha a faixa litorânea do Brasil, do nordeste até o sul do País, obtendo a área total de aproximadamente 1.000.000 km².

• Relevo:Morros arredondados que resultam da alternância de períodos de secas e de chuvas .

• Clima: Tropical quente, com uma estação seca e outra chuvosa.

• Solos Férteis.

• Rios: Muito importantes pelo grande potencial hidroelétrico.

• Vegetação: Predomina a Mata Atlântica que está muito devastada.

Também apresenta campos e cerrados.

Domínio morfoclimático da caatinga.


•Localização: Situado no nordeste brasileiro, o domínio morfoclimático das caatingas abrange em seu território a região dos polígonos das secas. Com uma extensão de aproximadamente 850.000km², este domínio inclui o Estado do Ceará e partes dos estados da Bahia, de Sergipe, de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Piauí.

•Relevo: Chapadas e serras.

•Clima: Semi-Árido quente, com chuvas escassas e mal distribuídas.

•Solos: ricos em minerais e pobres em matérias orgânicas.

•Rios Temporários-predominantes.

•Vegetação:Arbustos espinhentos e cactos além de árvores que perdem suas folhas nas secas.

Fonte:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJFzxXg3-Hnky86gUFP-x4LngbcriLynX_1CPkvay2eQMCA-nXdzptclSVuKahcU-Gc9NZKxL8G0rx60hnINWiI4U_4XTNTn5BsKnm718QxLQXU0S0qzQbmAVOUrJ9ghyphenhyphenSh7sXhyphenhyphenlOnFqY/s400/dominios_morfoclimaticos1.jpg

Domínio morfoclimático cerrado.


Com uma extensão de mais de 8,5 milhões de km2, distribuídos por latitudes que vão desde aproximadamente 5º N até quase 34º S, o espaço geográfico brasileiro apresenta uma grande diversidade de clima, de fisiografia, de solo, de vegetação e de fauna. Do ponto de vista florístico, já no século passado C.F.Ph. Martius reconhecera em nosso país nada menos do que cinco Províncias Fitogeográficas (grandes espaços contendo endemismos a nível de gêneros e de espécies), por ele denominadas Nayades (Província das Florestas Amazônicas), Dryades (Província das Florestas Costeiras ou Atlânticas), Hamadryades (Província das Caatingas do Nordeste), Oreades (Província dos Cerrados) e Napaeae (Província das Florestas de Araucária e dos Campos do Sul). Tais endemismos refletem, sem dúvida, a existência daquela grande diversidade de condições ambientais, as quais criaram isolamentos geográficos e/ou ecológicos e possibilitaram, assim, o surgimento de taxa distintos ao longo da evolução.


Com pequenas modificações, estes grandes espaços geográficos brasileiros são hoje também conhecidos como Domínios Morfoclimáticos e Fitogeográficos, sendo eles: o Domínio Amazônico, o Domínio da Mata Atlântica, o Domínio das Caatingas, o Domínio dos Cerrados, o Domínio da Araucária e o Domínio das Pradarias do Sul, segundo a acepção de Aziz N. Ab'Saber. Como tais espaços não têm limites lineares na natureza, faixas de transição, mais ou menos amplas, existem entre eles.
Fonte:

Domínio morfoclimático amazônico.


O Domínio Geoecológico Amazônico apresenta um relevo formado essencialmente por depressões, originando os baixos planaltos e as planícies aluviais. Apenas nos extremos norte e sul desse domínio, é que ocorrem maiores altitudes, surgindo os planaltos das Guianas ao norte e o Central (Brasileiro) ao sul. (Classificação de Aroldo de Azevedo).


O planalto das Guianas, situado no extremo norte do Brasil, corresponde ao escudo cristalino das Guianas. Trata-se, portanto, de terrenos cristalinos do pré-cambriano, altamente desgastado pela ação da erosão, apresentando, como conseqüência, modestas cotas altimétricas em sua maior parte. Entretanto, nas fronteiras com as Guianas e a Venezuela, existe uma região de serras, onde aparecem os pontos culminantes do relevo brasileiro: o pico da Neblina (serra do Imeri), o pico 31 de Março e o monte Roraima. Dentre as serras podemos citar: Parima, Pacaraima, Surucucu, Tapirapecó, Imeri, etc.


A maior parte do Domínio Amazônico apresenta um relevo caracterizado por terras baixas. As verdadeiras planícies (onde predomina a acumulação de sedimentos) ocorrem somente ao longo de alguns trechos de rios regionais; os baixos planaltos (ou platôs), também de origem sedimentar, mas em processo de erosão, apresentam a principal e mais abrangente forma de relevo da Amazônia.